Benefícios da Reciclagem

Papel
  • A cada 28 toneladas de papel reciclado evita-se o corte de 1 hectare de fl oresta (1 tonelada evita o corte de 30 ou mais árvores);
  • A produção de uma tonelada de papel novo consome de 50 a 60 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia. Já uma tonelada de papel reciclado consome 1.200 Kg de papel velho, 2 millitros de água e 1.000 a 2.500 KW/h de energia;
  • A produção de papel reciclado dispensa processos químicos e evita a poluição ambiental: reduz em 74% os poluentes liberados no ar e em 35% os despejados na água, além de poupar árvores;
  • A reciclagem de uma tonelada de jornais evita a emissão de 2,5 toneladas de dióxido de carbono naatmosfera;
  • O papel jornal produzido a partir das aparas requer 25% a 60% menos energia elétrica do que a necessária para obter papel da polpa da madeira.
Metais
  • A reciclagem de 1 tonelada de aço economiza 1.140 Kg de minério de ferro, 155 Kg de carvão e 18 Kgde cal;

  • Na reciclagem de 1 tonelada de alumínio economiza-se 95% de energia (são 17.600 kwh para fabricar alumínio a partir de matéria-prima virgem, contra 750 kwh a partir de alumínio reciclado) e 5 toneladas de bauxita, além de evitar a poluição causada pelo processo convencional, reduzindo 85% da poluição do ar e 76% do consumo de água;
  • Uma tonelada de latinhas de alumínio, quando recicladas, economiza 200 metros cúbicos de aterros sanitários;
  • Vale lembrar que que 96% das latas no Brasil são recicladas, superando os índices de países como o Japão, Inglaterra, Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. Entretanto, este número pode chegar próximo a 100% dependendo de suas atitudes!
Vidro
  • O vidro é 100% reciclável, portanto não é lixo: 1 kg de vidro reciclado produz 1 kg de vidro novo;
  • As propriedades do vidro se mantêm mesmo depois de sucessivos processos de reciclagem, ao contráriodo papel, que vai perdendo qualidade ao longo de algumas reciclagens;
  • O vidro não se degrada facilmente, então não deve ser despejado no solo;
  • O vidro, em seu processo de reciclagem, requer menos temperatura para ser fundido, economizando aproximadamente 70% de energia e permitindo maior durabilidade dos fornos;
  • Uma tonelada de vidro reciclado evita a extração de 1,3 tonelada de areia, economiza 22% no consumo de barrilha (material importado) e 50% no consumo de água.

Plásticos
  • Todos os plásticos são derivados do petróleo, um recurso natural não renovável e altamente poluente;
  • A reciclagem do plástico economiza até 90% de energia e gera mão-de-obra pela implantação de pequenas e médias indústrias;
  • 100 toneladas de plástico reciclado evitam a extração de 1 tonelada de petróleo.
Atividade que envolve atenção, coerencia enigma da cadeia alimentar
(Treino da escrita e sequencia lógica)
Princípios básicos da separação de lixo

Música sobre o meio ambiente (séries iniciais)



Atividade pintura para educação infantil ou até 2ª série

Atividade para as séries iniciais:
Trabalha valores hábitos e atitudes com reflexão e debate de cada gravura

Pegada Ecológica

Você já imaginou avaliar o impacto no Planeta das suas ações no dia-a-dia, daquilo que consome e dos resíduos que gera? Isto é calculado pelas pegadas ecológicas.
Mas o que é Pegada Ecológica? É a área necessária para atender as suas necessidades e isso é feito por meio de uma estimativa da quantidade de recursos necessária para produzir os bens e serviços que você consome e aquilo que é utilizado para absorver os resíduos produzidos.
Respondendo o teste do link abaixo saberá o quanto você "pesa" para o Planeta. Vale a pena respondê-lo.
Este teste foi elaborado pela Redefining Progress, uma entidade conservacionista não-governamental (www.myfootprint.org).
http://www.esb.ucp.pt/gea/myfiles/pegada/questionario.pdf
Teste apropriado para alunos do ensino médio para a reeducação dos adolescentes no que se refere ao consumo e descartes.


Oficina Educação Ambiental - O Lixo em Questão



Fonte: http://www.youtube.com

Curiosidades da Caatinga



Trabalho apresentado por Ismenia Lúcia Magalhães de Almeida em cumprimento às atividades do curso de Pós-Graduação em Educação Ambiental/SENAC-DF.

Trabalhando com os 3 'ERRES'

Leitura de hábitos que podem ajudar a construir a qualidade de vida
(atividade de conscientização e uso diário)

O que é Educação Ambiental?


Nos últimos três séculos houve um grande crescimento do conhecimento humano, proporcionando um amplo desenvolvimento das ciências e da tecnologia. Ao mesmo tempo também ocorreram mudanças nos valores e modos de vida da sociedade, com o surgimento do processo industrial e o crescimento das cidades, aumentando a utilização dos recursos naturais e a produção de resíduos. Enfim, todos esses fatos geraram profundas mudanças na cultura, afetando principalmente a percepção do ambiente pelos seres humanos, que passaram a vê-lo como um objeto de uso para atender suas vontades, sem se preocupar em estabelecer limites e critérios apropriados.
Não demorou muito para surgirem as conseqüências dessa cultura moderna: o surgimento de problemas ambientais que afetam a qualidade de vida. Em pouco tempo ficou claro que havia uma crise de relações entre sociedade e meio ambiente.
A preocupação com essa situação fez com que surgisse a mobilização da sociedade, exigindo soluções e mudanças. Na década de 60, do séc. XX, a partir dos movimentos contraculturais, surgiu o movimento ecológico que trazia como uma de suas propostas a difusão da educação ambiental como ferramenta de mudanças nas relações do homem com o ambiente.
A Educação Ambiental (EA) surge como resposta à preocupação da sociedade com o futuro da vida.
Sua proposta principal é a de superar a dicotomia entre natureza e sociedade, através da formação de uma atitude ecológica nas pessoas. Um dos seus fundamentos é a visão socioambiental, que afirma que o meio ambiente é um espaço de relações, é um campo de interações culturais, sociais e naturais (a dimensão física e biológica dos processos vitais). Ressalte-se que, de acordo com essa visão, nem sempre as interações humanas com a natureza são daninhas, porque existe um co-pertencimento, uma coevolução entre o homem e seu meio. Coevolução é a idéia de que a evolução é fruto das interações entre a natureza e as diferentes espécies, e a humanidade também faz parte desse processo.
O processo educativo proposto pela EA objetiva a formação de sujeitos capazes de compreender o mundo e agir nele de forma crítica - consciente. Sua meta é a formação de sujeitos ecológicos.
“A EA fomenta sensibilidades afetivas e capacidades cognitivas para uma leitura do mundo do ponto de vista ambiental. Dessa forma, estabelece-se como mediação para múltiplas compreensões da experiência do indivíduo e dos coletivos sociais em suas relações com o ambiente. Esse processo de aprendizagem, por via dessa perspectiva de leitura, dá-se particularmente pela ação do educador como intérprete dos nexos entre sociedade e ambiente e da EA como mediadora na construção social de novas sensibilidades e posturas éticas diante do mundo.” (Carvalho, Isabel C. M. Educação Ambiental: A Formação do Sujeito Ecológico)



EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA



Fonte: www.mma.gov.br
Economia solidária:
educação do futuro
23/12/2008 18:28
Instituições públicas de ensino superior e instituições federais de educação profissional e tecnológica com ensino superior vão, a partir de 2009, desenvolver ações de educação de jovens e adultos com ênfase na economia solidária.
Segundo o diretor de Políticas de Educação de Jovens e Adultos, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, Jorge Telles, essa iniciativa é a primeira do MEC na educação de jovens e adultos voltada para a economia solidária. “É um passo adiante na implementação de uma educação do futuro. Queremos preparar os jovens e adultos de hoje para o mundo do trabalho de amanhã. É uma maneira de equalizar as oportunidades, oferecendo a esse público condições de gerenciar o potencial produtivo e a visão de empreendedorismo”, disse.
Para solicitar apoio financeiro ao Ministério da Educação, as instituições devem elaborar projetos que contemplem três linhas de ação: produção de material didático, formação de educadores, coordenadores e gestores e publicação das experiências de educação de jovens e adultos.
Os critérios para apresentação dos projetos foram definidos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por meio da
Resolução nº 51, de 15/12/08. As linhas de ação deverão estar em conformidade com os objetivos e as orientações expressas no manual Produção de Materiais e Formação de EJA e Economia Solidária. O prazo para o encaminhamento das propostas ainda não foi definido. Haverá chamada pública para a seleção de projetos.
Assessoria de Comunicação Social/MEC

Fonte: www.mec.gov.br

Estratégias de Ensino para a Prática

Um programa de educação ambiental para ser efetivo deve promover simultaneamente, o desenvolvimento de conhecimento, de atitudes e de habilidades necessárias à preservação e melhoria da qualidade ambiental. Utiliza-se como laboratório, o metabolismo urbano e seus recursos naturais e físicos, iniciando pela escola, expandindo-se pela circunvizinhança e sucessivamente até a cidade, a região, o país, o continente e o planeta.
A aprendizagem será mais efetiva se a atividade estiver adaptada às situações da vida real da cidade, ou do meio em que vivem aluno e professor.




Desenhando a Lei - A Lei Ambiental Interpretada para e pela Criança

Justificativa
A conscientização sobre a necessidade de conservação e defesa do meio ambiente para presentes e futuras gerações é incontestável. O conhecimento da lei para entendimento dos deveres e prerrogativa dos cidadãos é imprescindível. A importância de se começar a educação ambiental na infância é inquestionável.
Aproveitando a experiência obtida na III Semana Integrada do Meio Ambiente realizada em junho de 2002, decidimos expandir o projeto “Desenhando a Lei” às escolas de ensino fundamental, contribuindo assim para aplicação do inciso VI do parágrafo 1º do art. 225 da Constituição Federal de 1988, ou seja, “promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente”; dispositivo este regulamentado pela Lei 9.795/99 que instituiu a Política Nacional de Educação Ambiental.
Objetivo
Fazer com que as crianças entendam as leis ambientais, para contribuir com a preservação e defesa do meio ambiente como cidadãos responsáveis.
Metas
Conseguir, de forma criativa, mudar o comportamento de um maior número possível de estudantes e torná-los agentes de defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado e saudável.
Estratégia de Operacionalização
Mostrar a lei em forma de história que deverá ser interpretada pela criança por meio de desenhos.
Conteúdos Temáticos
Art. 225 da Constituição Federal – o artigo da Constituição deverá ser usado como introdução, dando ênfase no aspecto cidadania (direito e deveres); e
Lei 9.605/98 (Crimes Ambientais) – será apresentada em forma de histórias, falando sobre crimes contra a fauna, flora, patrimônio, crimes de poluição e outros.
Metodologia
A primeira parte será expositiva, assim, o apresentador deverá usar linguagem adequada à compreensão das crianças, motivando sua participação, enquanto conta a história ou explica a lei.
O desenho deverá ser espontâneo, conforme a interpretação da criança que deverá ser apenas incentivada durante sua reprodução.
Cronograma
O projeto será executado em três etapas, conforme abaixo, com tempo total previsto de 40 minutos:
- Introdução: a importância da lei ambiental e a cidadania (10 minutos);
- História: conforme artigos da lei 9.605/98 (10 minutos); e
- Desenho: interpretação da história (20 minutos).
O tempo poderá ser maior, dependendo a reação da turma em que o projeto estiver sendo aplicado.
Recursos
Deverão ser usadas histórias previamente criadas e o seguinte material:
- papel para desenho;
- borracha;
- lápis preto;
- giz ou lápis de cor.
Avaliação e acompanhamento
Os desenhos e o comportamento das crianças em relação aos próprios trabalhos darão uma resposta imediata, porém há necessidade de acompanhar sua reação no tocante a seu comportamento posterior com relação às questões ambientais (preservação e defesa) para uma avaliação mais efetiva.
Um projeto idealizado por: COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE DA OAB-BAURU e INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO AMBIENTAL - Projeto para Educação Ambiental no Ensino Fundamental, Cidadania e Qualidade de Vida

Fonte:http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./educacao/index.php3&conteudo=./educacao/programas/desenhando_lei.html

Hot Pinguins

Saneamento Básico - Fonte De Saúde e Bem-Estar


Livro Paradidático de Ciências - Ensino Fundamental
No Brasil, a situação geral de saneamento, tanto na zona rural quanto nas áreas urbanas, vem melhorando nos últimos anos. Mas muito deve ser feito nesse setor, pois, ainda hoje, centenas de crianças morrem diariamente de desidratação ao ingerir água e alimentos contaminados.

Como descartar o óleo de cozinha


3ª Lei de Newton: Lei da Ação e Reação


CALCULE O CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA DE SUA RESIDÊNCIA SOMANDO O CONSUMO DE CADA ELETRODOMÉSTICO

(Matemática para ensino fundamental)

O cálculo do consumo de energia elétrica não é uma tarefa tão complicada quanto você pode estar imaginando. Este procedimento requer a aplicação de uma fórmula básica, definida pela seguinte expressão:

W=P.T, onde:

W - energia consumida;

P - potência do eletrodoméstico considerado;

T - tempo de utilização do eletrodoméstico.

Com a fórmula acima mencionada, fica claro que a energia consumida é diretamente proporcional à potência do aparelho e ao respectivo tempo em que o mesmo fica ligado. Resumindo: Quanto maior a potência e o tempo de utilização, maior será a energia consumida e, conseqüentemente, a conta para pagar no final do mês. Por exemplo:

Eletrodoméstico: Chuveiro elétrico

Potência do chuveiro: P=5.400 watts

Tempo de utilização do chuveiro:
Vamos considerar que você gaste 10 minutos por dia. Neste caso, o tempo em minutos acumulado no mês será: T=(10min/dia x 30 dias) :: T=300 minutos. Convertendo este valor para horas, teremos: T=(300/60) :: T=5 horas

Aplicando os valores encontrados na fórmula W=P.T, temos:
W=(5.400W x 5h) :: W=27.000Wh.
Dividindo este valor por 1000, encontramos 27 kWh, que é a energia consumida pelo chuveiro no período considerado.
Agora calcule o consumo de sua residência, conferindo com a conta de luz.

Epistemologia Ambiental
Enrique Leff
Editora: CORTEZ
ISBN: 8524907681
O que é ambiente? Como conhecemos e apreendemos o ambiente? Em que princípios se funda um saber e uma racionalidade ambiental? A epistemologia ambiental procura investigar o que é o ambiente, esse estranho objeto do desejo de saber que emerge do campo de externalidade e de extermínio para qual foi enviado pelo longocentrismo e pelo círculo de racionalidade das ciências. O ambiente não é a ecologia, mas a complexidade do mundo; é um saber sobre as formas de apropriação do mundo e da natureza através das relações de poder se inscreveram nas formas dominantes de conhecimento. A partir daí, abre-se o caminho para compreender a complexidade ambiental. O itinerário deste livro iniciou-se no encontro da epistemologia materialista e do pensamneto crítico com a questão ambiental que emerge ao final dos anos sessenta como uma crise de civilização. Daí veio se configurando um pensamento epistemológico que tomou o ambiente como seu objeto de reflexão, encontrado em sua indagação que o ambiente sempre ultrapassa os códigos epistemológicos que tentam nomeá-lo, circuscrevê-lo e administrá-lo dentro dos cânones da racionalidade científica e econômica da modernidade. Este livro carrega as marcas desse caminho exploratório, no qual se vão delineando os limites da epistemologia da ciência normal para apreender o ambiente, ao mesmo tempo que vai construindo o conceito próprio do ambiente e configurando o saber que lhe corrresponde. Nesse trajeto vai-se desdobrando uma epistemologia ambiental que parte da articulação de ciências para gerar um método e um pensamento do real, que desemboca num saber que vai além do conheciemnto científico para problematizar a racionalidade modernizadora que provoca a crise ambiental
.


EXPERIMENTO COM DECOMPOSIÇÃO
(Química e Cidadania na prática para alunos do ensino fundamental)

Faça uma experiência com seus alunos para mostrar a eles como o problema da geração e destinação de lixo pode ser grave.
Pegue cinco garrafas de refrigerante de 2 litros transparentes. Corte uns cinco dedos abaixo da boca. Em cada uma coloque uma mistura de terra e os seguintes materiais (um por garrafa): um pote pequeno de vidro; pedaços de plástico; uma lata (metal); pedaços de papel e restos orgânicos. Cubra com terra os restos orgânicos para que estes não apareçam e atraiam moscas. Tome cuidado especialmente com o vidro.
Deixe as garrafas em cima de um armário, ou trancadas, para que nenhuma criança possa mexer. Após uma semana (ou um pouco mais), apanhe as garrafas e mostre às crianças. Remexa mostrando como estão os materiais e recoloque tudo no lugar. Após mais algum tempo, como um mês, faça a mesma coisa. Aumente um pouco o intervalo de tempo e, por exemplo, a cada 2 meses repita o procedimento, demonstrando aos seus alunos o tempo de decomposição de cada material. Eles irão perceber que os restos orgânicos nem aparecem mais e o papel está um pouco decomposto. Os outros estão exatamente como quando foram enterrados.
Esta é uma boa experiência para realizar no início do ano e acompanhar durante todo o
ano letivo.